Apesar da queda, a companhia atingiu 90 milhões de acessos no primeiro trimestre de 2012, com uma participação de 29,8% no mercado.
Confira alguns destaques do Trimestre da Tele:
o Total de acessos atinge 90,0 milhões no 1T12 (+16,7% y-o-y), dos quais
74,8 milhões no negócio móvel (+20,5% y-o-y) e 15,3 milhões no negócio
fixo (+1,3% y-o-y);
o Crescimento nas adições líquidas de linhas móveis, com 3,2 milhões de
adições no trimestre e incremento de 82,6% y-o-y;
o No mercado móvel incrementamos a liderança em todos os negócios. A
participação de mercado total foi de 29,8% (+0,3 p.p. y-o-y e q-o-q). Em
dados, atingimos 43,8% (+2,2 p.p. y-o-y) e no pós-pago, a liderança também
aumentou, atingindo uma participação de 36,5% (+0,9 p.p. y-o-y);
o Avanço na cobertura de 3G, abrangendo 2.727 municípios em março de
2012 e lançamento da rede HSPA+ nacional a partir de 03 de abril de 2012;
o Na banda larga móvel, a empresa capturou quase metade das novas
adições do mercado (49,2%) e os acessos com pacotes ou planos de dados
cresceram 126% y-o-y. Na banda larga fixa, aumento de 9,1% y-o-y,
atingindo 3,7 milhões de acessos;
o O negócio corporativo foi o primeiro a obter frutos positivos com a
integração dos serviços, registrando crescimento de 14,3% y-o-y em
acessos;
o Contínua consolidação da liderança da Companhia em qualidade, refletida
no nosso nível superior do IDA móvel. No negócio fixo, reduzimos em 30%
y-o-y o patamar de reclamações junto à ANATEL relacionadas à voz fixa, e
passamos de 1º colocado em 2010 para 6ª em 2011 no ranking do
PROCON;
o Avanços importantes no processo de integração da Companhia, entre
os quais o lançamento comercial da marca Vivo para serviços fixos no
estado de São Paulo a partir do dia 15 de abril e a reestruturação
organizacional. Seguimos, de acordo com nossas expectativas,
intensificando a integração operacional em todas as outras frentes
(sistemas, infra-estrutura, call center, entre outros);
o Receita líquida de serviços de R$8.133,0 milhões no trimestre representa
uma evolução anual de 5,4%, afetada por mudanças regulatórias que
reduzem o crescimento em cerca de 1 p.p.;
o Receita de Serviços móvel manteve alto crescimento anual atingindo
12,8% (+13,8% sem o impacto da VUM), alavancada pela receita de Dados
e SVAs móvel que atinge crescimento anual de 33,9% no 1T12. No
trimestre já representa cerca de 27% da Receita Líquida de Serviços;
o EBITDA se mantém estável no ano, atingindo R$2.847,3 milhões. A
evolução anual está afetada pela venda de ativos não estratégicos (R$216,5
milhões no 1T12); e pelos gastos não recorrentes de integração no 1T12
(R$151,7 milhões) relacionados à estrutura organizacional e à unificação da
marca. Adicionalmente, com a redução da VUM a partir de 24 de fevereiro,
houve um impacto já previsto no EBITDA de -R$22,4 milhões;
o Margem EBITDA de 34,2% no trimestre (-1,2 p.p. y-o-y);
o Geração de caixa operacional atinge R$2.133,5 milhões, +29% y-o-y.